Entenda por que o prêmio cheio não chega inteiro ao bolso dos ganhadores
Caixa Econômica Federal — No sorteio 3685 da Lotofácil, realizado às 21h da última quinta-feira (14) no Espaço da Sorte, três apostas acertaram as 15 dezenas e dividiram o prêmio principal de R$ 2 milhões, embolsando R$ 459.970,95 cada.
- Em resumo: Bahia (duas apostas) e São Paulo levaram o topo da premiação de R$ 2 mi.
De onde vieram os bilhetes sortudos?
Segundo o painel oficial da Caixa, as apostas vencedoras foram registradas em Ibicuí-BA (online), Santo Antônio de Jesus-BA (Loteria Santa Bárbara) e Ribeirão Preto-SP (Loteria Esportiva Pantera). Outras 349 apostas, com 14 acertos, receberão R$ 1.184,34 cada.
A Caixa destina 62% do saldo de prêmio para quem acerta as 15 dezenas e 13% para a faixa dos 14 acertos.
Quanto realmente sobra após o Imposto de Renda?
Prêmios lotéricos sofrem retenção de 30% de Imposto de Renda na fonte, conforme regra da Receita Federal. Assim, dos R$ 459.970,95 brutos, cada ganhador recebe aproximadamente R$ 321,9 mil líquidos, valor que pode render cerca de R$ 2,1 mil mensais se aplicado em título público atrelado à Selic (taxa em 13,25% ao ano) — um retorno superior ao da poupança.
A Lotofácil distribui ainda valores fixos de R$ 7, R$ 14 e R$ 35 para quem faz 11, 12 ou 13 pontos, mecanismo que, de um lado, pulveriza pequenos prêmios e, de outro, garante previsibilidade à arrecadação reservada aos grandes sorteios especiais de setembro e aos concursos terminados em zero.
Como isso afeta o seu bolso? Mesmo sem acertar as 15 dezenas, a modalidade exibe taxa de acerto superior à Mega-Sena, atraindo apostadores em busca de ganhos intermediários. Quer saber como escolher jogos com menor risco? Acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Caixa Econômica Federal