Projeto detalhado evita surpresas e ainda valoriza o imóvel
Ministério do Trabalho – A exigência de conformidade com a norma NR-10 fez o custo de modernizar a parte elétrica ganhar peso extra nas reformas residenciais, movimento que ganhou força recentemente com a alta do preço do cobre e a popularização da automação controlada pelo celular.
- Em resumo: cabos partem de R$ 4,50 o metro e equipamentos inteligentes chegam a R$ 250 por ponto.
Cobre em alta pressiona orçamento da nova fiação
O metal, usado em praticamente todo cabeamento doméstico, subiu mais de 15% na cotação internacional em 12 meses, segundo levantamento da Reuters. Quem planeja trocar os antigos fios rígidos por cabos flexíveis precisa considerar:
Engenheiros cobram entre R$ 25 e R$ 45 por m² para desenhar circuitos dedicados a ar-condicionado, chuveiro e tomadas de alta potência.
Já o metro de cabo 2,5 mm custa cerca de R$ 4,50, enquanto bitolas maiores para aquecimento ultrapassam R$ 12,00. A revisão dos conduítes corrugados evita rompimentos e protege eletrodomésticos contra picos de tensão.
Dispositivos inteligentes: onde o gasto vira economia
Relés Wi-Fi partem de R$ 50, mas interruptores de vidro com sensor touch alcançam R$ 250. Acrescente à conta a mão de obra especializada, que varia de R$ 250 a R$ 450 a diária em São Paulo, valor influenciado pelo treinamento exigido para operar sistemas de baixa tensão com segurança.
Além do apelo de conveniência, corretores apontam que imóveis com infraestrutura de automação podem fechar venda mais rápido e com prêmio sobre o metro quadrado – benefício que ajuda a amortizar o investimento inicial.
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Crédito da imagem: Divulgação / Monitor do Mercado