Ventilação inteligente promete contas menores e conforto o ano todo
Mercado imobiliário – Em meio ao debate sobre eficiência energética, projetos residenciais que exploram a chamada ventilação por efeito chaminé ganham tração no Brasil, oferecendo bem-estar térmico sem ar-condicionado e atraindo compradores atentos ao custo de vida.
- Em resumo: torres de exaustão renovam o ar e reduzem a despesa elétrica, fator que ajuda a inflar o valor de revenda.
Sem ar-condicionado: contas mais leves e procura maior
A lógica é simples: o ar quente sobe, é sugado pelas torres instaladas no ponto mais alto do telhado e, ao mesmo tempo, o ar fresco entra por aberturas inferiores. O resultado é uma brisa contínua que afasta a necessidade de climatização mecânica. Em um cenário de bandeiras tarifárias sucessivas, a projeção da Reuters sobre custos de energia elétrica reforça o apelo dessa solução para o bolso do consumidor.
O pé-direito elevado e o uso de materiais de alta inércia térmica mantêm a temperatura interna estável, tornando a manutenção mínima e o ambiente mais saudável.
Valorização do m²: sustentabilidade entra no radar dos investidores
A busca por ativos alinhados a critérios ESG avança no setor. Historicamente, estudos de consultorias imobiliárias indicam prêmio de 5% a 10% no preço final de residências sustentáveis quando comparadas às convencionais, reflexo da menor despesa operacional e do apelo ambiental. Além disso, a expectativa de que regulações urbanas futuras exijam padrões de eficiência cria diferencial competitivo para quem adota o conceito agora.
Como isso afeta o seu bolso? Reduzir gasto fixo com energia e aumentar o valor de revenda pode antecipar retorno do investimento. Para aprofundar no tema de residências sustentáveis, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Monitor do Mercado