Fluxo de caixa positivo sinaliza novo fôlego para a companhia de diagnósticos
Dasa – A gigante de medicina diagnóstica encerrou o 1º trimestre com lucro líquido de R$ 9 milhões e geração de caixa livre de R$ 5 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 150 milhões de um ano atrás e reforçando seu plano de turnaround.
- Em resumo: alavancagem caiu para menos de 3x EBITDA após a dívida líquida encolher 50%, para R$ 5,6 bilhões.
Receita acelera e segmento premium puxa a fila
A receita líquida pró-forma avançou 14%, para R$ 2,4 bilhões, impulsionada pelas marcas de maior tíquete, atendimentos domiciliares e serviços B2B que abastecem mais de 6 mil laboratórios menores. Segundo dados compilados pela Reuters, o mercado de diagnósticos premium tende a crescer acima de 8% ao ano até 2027.
“Temos melhorado consistentemente nossa geração de caixa, que é um dos nossos grandes focos”, afirmou o CEO Rafael Lucchesi, detalhando que o investimento será contido em 2026 para acelerar apenas em 2027, com novas unidades Alta e tecnologia de processamento.
Por que a redução da dívida importa para o investidor?
Com a taxa básica Selic ainda em patamar elevado diante da meta de inflação do Banco Central, cada ponto de alavancagem poupado significa menos pressão sobre despesas financeiras. A Dasa cortou 50 unidades deficitárias, vendeu ativos não essenciais e concentrou esforços no core business de diagnósticos, estratégia que costuma destravar valor quando acompanhada de margens crescentes.
Como isso afeta o seu bolso? Menor dívida e geração de caixa mais robusta costumam abrir espaço para reinvestimentos e eventual reprecificação da ação. Para acompanhar outros movimentos do setor de saúde na bolsa, acesse nossa editoria de Mercado e Ações.
Crédito da imagem: Divulgação / Dasa