Endividamento em queda abre espaço para nova ofensiva de mercado
Pague Menos (PGMN3) – em entrevista transmitida pela Band – detalhou recentemente como a queda da alavancagem para 1,9 vez Ebitda destravou recursos para acelerar lojas e surfar o boom dos medicamentos GLP-1, categoria que já equivale a 9% da receita.
- Em resumo: dívida controlada + alta demanda por Ozempic criam dupla alavanca para crescimento.
GLP-1: o “fenômeno bilionário” que muda a conta
O CEO Jonas Marques classificou o hormônio análogo GLP-1 como “a droga do século”. Segundo projeção da Bloomberg, o mercado global pode atingir US$ 100 bilhões até 2030, ampliando a pressão para genéricos no Brasil e turbinando margens de redes populares como a cearense.
“Sem dúvida, o GLP-1 veio para ficar, é o primeiro produto que age direto na compulsão”, reforçou o executivo.
Por que a farmácia mira o cliente de cuidado contínuo
Além da alta recorrência de uso desses medicamentos, a empresa já soma 6,3 milhões de clientes no programa de Cuidado Contínuo, público que visita as lojas todo mês e impulsiona a venda cruzada de vitaminas, higiene e beleza. Especialistas lembram que a população brasileira envelhece rapidamente: o IBGE estima que, em 2030, haverá mais idosos que crianças no país, elevando a demanda por tratamentos crônicos.
Como isso afeta o seu bolso? A escalada do GLP-1 pode puxar o tíquete médio para cima e, ao mesmo tempo, abrir oportunidade de valorização das ações PGMN3 caso a companhia converta receitas extras em margem. Para mais análises sobre o setor, acesse nossa editoria de Mercado e Ações.
Crédito da imagem: Divulgação / Pague Menos