Lucro recorde e foco verde posicionam a rede de academias no radar de quem persegue alto retorno
BTG Pactual – A casa de análise substituiu C&A por Smart Fit (SMFT3) em sua carteira ESG de maio e reiterou a recomendação de compra, sustentada pelos números robustos divulgados no 1T26 e pelo compromisso ambiental da rede de academias.
- Em resumo: potencial de valorização de 64,8%, com preço-alvo de R$ 31 segundo o banco.
O que justifica a entrada de SMFT3 na carteira sustentável
Com lucro líquido recorrente de R$ 207 milhões — salto de 47% sobre o 1T25 — a Smart Fit reforçou a tese de escala que, segundo analistas, não encontra rival na América Latina. Os especialistas apontam ainda ganhos de eficiência energética, ampliando o uso de fontes renováveis e adotando logística reversa de equipamentos. Dados sobre o avanço global de investimentos responsáveis, divulgados pela Reuters, mostram que papéis com selo ESG têm atraído fluxo expressivo de capital, o que tende a favorecer novas altas.
“A tese de investimento é sustentada por escala incomparável na América Latina”, destacaram os analistas do BTG Pactual ao justificarem a inclusão de SMFT3.
Por que o movimento do BTG importa para o seu dinheiro
Na prática, a troca de C&A por Smart Fit aumenta a exposição dos investidores a um segmento de serviços recorrentes e menos sensível à inflação, enquanto mantém o critério ESG como filtro de qualidade. Historicamente, carteiras temáticas divulgadas pelo banco superam o Ibovespa em ciclos de até 12 meses, segundo relatórios anteriores.
Como isso afeta o seu bolso? Se a projeção de R$ 31 se concretizar, cada R$ 10 mil alocados hoje poderia virar quase R$ 16,5 mil. Para mais análises sobre ações que podem mexer com seus rendimentos, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Smart Fit