Entenda como a fundação isolante pode enxugar custos da sua obra
Caixa Econômica Federal — maior financiadora de habitação no país — já observa, nas análises de viabilidade, projetos que adotam o radier com poliestireno expandido (EPS). A técnica, aplicada recentemente em obras residenciais, promete reduzir perdas de energia e ampliar o valor de revenda do imóvel.
- Em resumo: a combinação de radier e EPS cria uma barreira contra umidade e variações térmicas, cortando gastos de climatização logo no primeiro ano.
Por que o mercado está de olho nessa fundação?
O radier distribui o peso da construção de forma uniforme, dispensando sapatas tradicionais em terrenos de baixa capacidade. Quando somado às placas de EPS de alta densidade, o sistema ganha poder de isolamento, algo que dados do IBGE sobre custos da construção apontam como tendência em projetos sustentáveis.
A placa de EPS funciona como um colchão térmico permanente, evitando a migração de umidade e estabilizando a temperatura do piso, etapa crucial para cumprir a norma de desempenho vigência, destacam especialistas do setor.
Impacto direto no bolso e na valorização do ativo
A climatização representa, em média, 30 % da conta de energia de uma residência em regiões quentes, segundo estimativas da consultoria EPE. Ao manter o interior mais estável, o radier com EPS reduz a necessidade de aparelhos de ar-condicionado, encurtando o payback do investimento em poucos anos. Além disso, corretores reportam prêmio de até 10 % no preço de venda quando a casa exibe certificações de eficiência térmica.
Como isso afeta o seu bolso? Menos custo operacional hoje e potencial de ganho na hora da revenda. Para aprofundar esse tema e ver outros avanços da construção que mexem no valor do metro quadrado, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Monitor do Mercado