Queda na alavancagem e avanço da margem ampliam o interesse dos investidores
Dasa – A companhia reportou recentemente lucro líquido de R$ 9 milhões no 1º trimestre, virando o jogo depois de registrar prejuízo de R$ 111 milhões um ano antes, movimento que pode redefinir a precificação das ações no curto prazo.
- Em resumo: lucro, margem bruta de 33,5% e alavancagem reduzida para 2,99x chamaram atenção.
Ebitda robusto sustenta narrativa de recuperação
O Ebitda consolidado saltou 28%, atingindo R$ 573 milhões, com margem de 25,8% — desempenho que supera o de várias operadoras de saúde listadas, segundo dados compilados pela Reuters. A receita bruta avançou 14%, para R$ 2,4 bilhões, puxada pelo crescimento de 15% na divisão de diagnósticos, segmento de maior margem do grupo.
“Nos últimos doze meses, conduzimos uma transformação relevante na Dasa, com simplificação organizacional, maior foco no core de diagnósticos e disciplina na alocação de capital”, destacou a administração no release de resultados.
Por que o resultado mexe no seu bolso?
A redução da dívida líquida para R$ 5,6 bilhões, ante R$ 10,55 bilhões no 1T25, libera capacidade de investimento e diminui o risco financeiro, fator que costuma se refletir na curva de preço das ações. Historicamente, empresas de saúde que combinam expansão de margem com desalavancagem tendem a receber múltiplos mais altos de mercado – a própria Dasa já negociou próxima a 10x Ebitda antes da pandemia.
Como isso afeta o seu bolso? Uma trajetória sustentada de geração de caixa (R$ 21 milhões no trimestre) pode traduzir-se em dividendos no médio prazo e em maior liquidez para novas aquisições estratégicas. Para mais detalhes sobre o setor e seus desdobramentos, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Dasa