Geração própria pode cortar a fatura e valorizar o imóvel
ANEEL – O avanço da energia solar residencial segue turbinado no Brasil, onde a ligação do sistema à rede pública exige projeto técnico, homologação e compra de equipamentos de alta eficiência. A boa notícia é que o desembolso retorna ao bolso em um prazo médio de quatro a cinco anos, aliviando o orçamento doméstico quase imediatamente após a quitação das parcelas.
- Em resumo: kit de painéis monocristalinos e inversor absorve a maior parte do investimento; payback ocorre entre o 4º e o 5º ano.
Kit fotovoltaico responde pela maior fatia do investimento
A compra dos painéis, do inversor e dos cabos especiais pode representar mais de dois terços do valor total do projeto. De acordo com dados compilados pela Reuters, o Brasil fechou 2023 com um salto expressivo na potência instalada em telhados, sinal de que a procura segue firme mesmo diante de juros ainda elevados.
“A maior parte do investimento financeiro concentra-se na aquisição do kit gerador”, destaca o levantamento de mercado citado no estudo da Greener.
Retorno rápido e linhas de crédito verdes aliviam o caixa familiar
Com vida útil superior a 25 anos, os módulos se pagam em ritmo acelerado graças à troca do medidor por modelo bidirecional: tudo o que sua casa gera de excedente volta como crédito na próxima conta. Bancos privados ofertam linhas de financiamento específicas para projetos de energia limpa, em que a parcela mensal costuma se igualar à tarifa antiga de luz.
Como isso afeta o seu bolso? Cada quilowatt produzido no telhado reduz a dependência da rede e protege contra reajustes futuros. Para mais detalhes sobre incentivos e impacto econômico, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Greener