Yield de 14% mostra força da carteira em energia, logística e saneamento
Suno Asset – Gestora do SNID11, o fundo de crédito em infraestrutura que começou a semana com alta de 2,4% na B3, levando a cota a R$ 11,45 e reforçando a tese de defesa e renda estável em meio à seletividade de crédito.
- Em resumo: ganho acumulado de 73,9% desde o lançamento, acima de todos os benchmarks de renda fixa e inflação.
Retorno resiliente mesmo com volatilidade no mercado de juros
A estratégia do SNID11 mantém duration controlada e garantias robustas. Esse desenho permitiu ao produto bater referências como CDI, IDA-DI e IMA-B, de acordo com dados compilados pela Reuters, que mostram a corrida de investidores por crédito estruturado com governança.
Desde o início, o SNID11 entrega 73,9% de retorno na cota de mercado, contra 39,3% do CDI líquido e 35,7% do IPCA + IMA-B, mesmo após imposto.
O fundo distribuiu R$ 0,13 por cota em abril, equivalente a yield anualizado de 14,54%. A gestora projeta pagamentos entre R$ 0,12 e R$ 0,15 por cota para o primeiro semestre de 2026, sinalizando previsibilidade de fluxo para o cotista.
Selic menor amplia apetite por crédito privado isento
Com a taxa Selic em trajetória de cortes, investidores migram para papéis que combinem proteção inflacionária e spread atrativo. Fundos de infraestrutura como o SNID11, isentos de IR para pessoa física, ganham tração histórica sempre que o juro real recua.
No horizonte de 12 meses, o veículo pagou 13,12% sobre a cota de mercado, reforçando seu papel como alternativa defensiva. A exposição pulverizada em energia elétrica, saneamento e mobilidade reduz a correlação com ciclos setoriais adversos, atenuando risco de inadimplência.
Como isso afeta o seu bolso? Receitas mensais acima do CDI podem turbinar a renda passiva sem elevar o risco de crédito, desde que o investidor acompanhe covenants e liquidez. Para mais detalhes sobre FIIs e fundos de infraestrutura, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Suno