Rentabilidade de 20% e carteira diversificada sustentam pagamentos recordes
Itaúsa – A holding divulgou recentemente lucro líquido recorrente de R$ 4,5 bilhões no 1T26, crescimento de 17% que garantiu ROE de 20,1% e impulsionou a distribuição de R$ 1,3 bilhão em proventos, 39% acima de igual período de 2025.
- Em resumo: Dividend yield alcança 8,8% em 12 meses e reforça a tese de renda passiva.
Itaú Unibanco puxa ganhos, mas não carrega o piano sozinho
O resultado consolidado das investidas somou R$ 4,8 bilhões, alta de 16%. O Itaú Unibanco segue dominante, mas avanços de 76% nas controladas não financeiras — Dexco, Alpargatas, Motiva, Copa Energia e Aegea — mostram a potência da diversificação. Segundo dados da Reuters, a carteira de crédito do banco cresceu acima da média de mercado, mantendo inadimplência contida.
“Mesmo diante de um cenário de maior volatilidade e de transição do ciclo monetário, seguimos entregando resultados consistentes”, destacou Alfredo Setubal, presidente da Itaúsa.
No radar do investidor: juros, histórico de yield e alívio de dívida
Desde 2020, quando a Selic flutuava perto de 2% ao ano, o dividend yield da Itaúsa oscilou entre 4% e 9%, superando o CDI em diversos momentos. A combinação de alongamento do passivo e redução do custo médio de financiamento dá fôlego para manter o payout mesmo se o ciclo de cortes de juros do Banco Central desacelerar.
Como isso afeta o seu bolso? Quanto maior a previsibilidade de caixa, maior a chance de pagamentos constantes — e isso pode blindar sua renda em tempos de juros menores. Para acompanhar outras análises de blue chips e proventos, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Itaúsa