Obra seca reduz sujeira, agiliza cronograma e valoriza o imóvel
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) – A aplicação de réguas vinílicas diretamente sobre o revestimento cerâmico, prática liberada pelas normas NBR para pisos resilientes, vem ganhando tração no mercado imobiliário brasileiro, sobretudo após as recentes altas nos preços de mão de obra registradas pelo IBGE.
- Em resumo: a técnica elimina a demolição, baixa o custo final da reforma e permite uso imediato do cômodo.
Quanto custa colocar o vinílico sem retirar a cerâmica?
Na conta do consumidor entram três itens: réguas poliméricas, cola acrílica de alta fixação e rodapés de poliestireno. Segundo o IBGE, o Índice Nacional da Construção Civil aponta que, mesmo com inflação de materiais, o preço médio do vinílico segue competitivo diante de pisos frios ou madeira maciça, pois dispensa argamassa, rejunte e transporte de entulho.
“A cola acrílica atua como o elemento de segurança que mantém as réguas imóveis por décadas.”
Por que a solução impacta diretamente o seu bolso?
Sem quebra-quebra, a obra é concluída em um único dia em espaços residenciais, o que significa menos dias de profissionais no local e zero gasto com caçamba de lixo. Além disso, a camada vinílica oferece isolamento térmico, reduzindo a necessidade de aquecedores elétricos em períodos frios – despesa que pesa na conta de luz.
Como isso afeta o seu bolso? Menos insumos, menos horas de serviço e menor consumo energético se convertem em economia imediata e potencial valorização do metro quadrado. Para mais detalhes sobre reformas que cabem no orçamento, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Monitor do Mercado