Permanência da família Trump sustenta plano de transformar a fintech em banco cripto nos EUA
World Liberty Financial – Na conferência Consensus, em Miami, a empresa de ativos digitais garantiu que Donald Trump Jr. e Eric Trump continuam como cofundadores, encerrando rumores que derrubaram o sentimento de mercado em torno do token WLFI.
- Em resumo: Família Trump ainda no projeto, processo bilionário com Justin Sun e pedido de licença bancária formam o tripé que pode balançar o preço da USD1.
Batalha judicial com Justin Sun amplia risco para investidores
A World Liberty acaba de contra-atacar o fundador da Tron, Justin Sun, com um processo por difamação. Sun já havia acionado a fintech no mês passado por suposta má conduta. O embate coloca em jogo milhões de dólares e reforça a incerteza regulatória que ronda o setor, segundo levantamento da Reuters.
“Não teríamos entrado com a ação se não tivéssemos as provas”, afirmou o cofundador Zach Witkoff, classificando a medida como “último recurso”.
Licença bancária pode destravar stablecoin lastreada em dólar
Em janeiro, a World Liberty pediu ao Departamento do Tesouro dos EUA uma licença de trust nacional. Se aprovada, a autorização permitirá que a fintech opere serviços bancários plenos para a stablecoin USD1, iniciativa alinhada ao movimento do mercado por tokens lastreados em moedas fiduciárias. Desde 2023, o Federal Reserve exige que emissores de stablecoins mantenham reservas em títulos de máxima liquidez, o que eleva a barreira de entrada mas também aumenta a confiança dos usuários.
Como isso afeta o seu bolso? Caso o sinal verde saia, a USD1 ganha status de “quase banco”, potencialmente reduzindo custos de remessa e atraindo rendimento competitivo em dólar. Para entender outros desdobramentos do setor de tecnologia financeira, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / World Liberty Financial